30/01/18

ATÉ AO FIM

Até ao último segundo. Até à última jornada.
Rumo ao Penta!

29/01/18

100% DE ACORDO

"qualquer pessoa pode fazer uma denúncia anónima que este jornalista é pedófilo e violador, mesmo que não seja verdade, e um jornal colocar na capa!
Qualquer monte de esterco é livre de fazer denúncias e o DIAP, por lei, tem de investigar e isso não significa nada"
BRUNO DE CARVALHO

22/01/18

ATÉ JÁ, KROVI. VEMO-NOS NO MARQUÊS!


15/01/18

NA ROTA DO TÍTULO

De mansinho, contra tudo e contra todos, furando as expectativas mais pessimistas dos próprios adeptos, eis que temos o Benfica firme na perseguição aos líderes, a subir de forma a olhos vistos e com um calendário bastante apelativo na rota para o Penta-Campeonato.
Dos dez primeiros classificados, só falta ir a Alvalade. Dos dezasseis jogos que faltam, só três serão fora da grande Lisboa. e só sete serão fora do Estádio da Luz. E a jogar como jogou na Pedreira, bem podemos alimentar a esperança.
Com um super Fejsa e um Jonas no seu normal, o Benfica dominou todo o jogo, ficando a dever a si próprio a possibilidade de o ter fechado mais cedo. Só um erro de Bruno Varela deixou o Braga entrar na luta pelo resultado, mas no final prevaleceu a justiça futebolística.
O que é certo é que, no campeonato, desde o início de Outubro, empates com FC Porto e Sporting, e de resto...só vitórias.
Siga.

12/01/18

SÓ SE NÓS DEIXARMOS

A frase de Rui Vitória, proferida na antevisão do último dérbi, é todo um manifesto sobre aquela que deve ser a atitude a tomar pelos verdadeiros benfiquistas, perante os ataques inusitados de que têm sido alvo desde a famigerada reunião secreta do Hotel Altis entre os directores de comunicação de FC Porto e Sporting.
Os ataques não param, nem vão parar. Pelo menos até que nos vejam afastados do nosso grande objectivo, o “Penta-Campeonato”. Primeiro dispararam aos comentadores, depois aos assessores, agora também ao treinador, ao presidente e à sua família. Vale tudo para perturbar, para tentar amedrontar, para tentar condicionar, para dividir, para desestabilizar.
Porém, como diz Rui Vitória, só nos poderão verdadeiramente atingir se nós deixarmos. Somos grandes, somos fortes, e se nos mantivermos unidos, a mentira e o embuste jamais triunfarão.
Este não é o momento para questionar o sistema táctico A, a contratação B ou a venda C. O balanço da temporada futebolística faz-se no fim, e por agora está tudo em aberto quanto ao principal objectivo. Este é o momento para tocar a rebate, e mantermos-nos firmes e unidos na defesa da dignidade do Clube e de todos aqueles que o representam. Um ataque a um de nós (seja roupeiro, assessor ou dirigente) é um ataque a todos nós. E quem não souber interpretar as coisas deste modo, não estará a prestar um bom serviço ao Benfica. 
Mais do que nunca, o Benfica precisa do nosso apoio. Do apoio de todos, em todas as frentes. Seja nas bancadas do estádio, seja nos fóruns de opinião, nas redes sociais, ou mesmo nas conversas de café.

No Pasarán!

04/01/18

EMPATE MENTIROSO NUM GRANDE DÉRBI

Independentemente do resultado e de todas as incidências do dérbi, há que dizer, em primeiro lugar, que se tratou de um grande espectáculo. Um espectáculo que contribuiu certamente para resgatar do fundo de um poço o futebol português, e o mal que muitos lhe têm feito ultimamente. Afinal, ainda se joga dentro dos campos. E de que maneira!
Foi um jogo vibrante, empolgante, com incerteza até final, e com um grande Benfica – porventura o melhor Benfica desta temporada.
Pena que a terceira equipa não tenha estado à altura, mas já lá iremos.
O resultado não fez justiça à exibição encarnada, que em mais de dois terços do tempo de jogo encostou o leão às cordas, chegando mesmo a vulgarizá-lo, mormente na segunda parte. Um trio em grande destaque, constituído por Krovinovic, Cevi e Jonas, foi construindo, insistindo, lutando, sem que, porém, na área alguém materializasse tão vincado domínio. Muitos terão sentido saudades de Cardozo, ou de Mitroglou, nomes que conjugavam bem com a única palavra que faltou ao texto escrito pela equipa de Rui Vitória. A palavra golo.
Há que ser justo, e dar mérito à dupla de centrais do Sporting, que resolveu muitos dos problemas colocados à equipa – a qual, do meio campo para a frente, Gelson à parte, pouco existiu. E pouco existiu porque os jogadores do Benfica foram implacáveis na luta pela bola, cortando sempre os caminhos às tentativas de reacção dos leões. Mesmo quando Vitória arriscou tudo, lançando a sua equipa numa vertigem atacante raramente vista em jogos desta natureza, a segurança lá atrás foi sempre sendo garantida. 
O penálti convertido por Jonas veio trazer um pingo de razoabilidade ao resultado, e ocorrendo nos últimos minutos, acabou por deixar na boca dos benfiquistas um sabor  melhor, daquele que um outro qualquer empate normalmente mereceria.
No final, a Luz saudou com fervor os seus jogadores. Não por terem empatado em casa com o Sporting, mas por terem-no conseguido quando já talvez não se esperasse, e, sobretudo, em reconhecimento pela injustiça do resultado face a uma exibição carregada de raça, esforço e combate.
Como Jorge Jesus disse no final, o empate penaliza mais o Benfica em termos de classificação. Porém, há que dizer que, neste caso, a diferença entre a derrota e o empate era substancial, e um golo ao minuto 90 é sempre doloroso para quem o sofre, e saboroso para quem o marca. Este golo representou a manutenção do Benfica na luta pelo título, e acho que Rui Vitória terá acabado por dormir melhor do que o seu colega do outro lado.

A arbitragem esteve francamente mal. Começou com um erro grave (sobretudo do video-árbitro) ao não assinalar o fora-de-jogo (microscópico, mas real) de Acuña, no lance do golo de Gelson. Depois foi um festival. Há vários lances de possível grande penalidade, que o árbitro até poderia nem ter visto, mas (uma vez mais) o vídeo-árbitro teria obrigação de ver. Cortes com a mão de Fábio Coentrão, de Piccini e de William Carvalho, para além de um empurrão a Jardel, tudo na área sportinguista, mereceram uma interpretação que não bate certo com a de outros jogos, deste mesmo campeonato. Pelo menos os casos de Coentrão e William deveriam, claramente, ter merecido outro julgamento (ai se fossem na outra área, o folclore mediático que não haveria...). Já o último dérbi, em Alvalade, na época passada, tinha deixado vários lances de penálti por assinalar. Começa a ser uma tradição. 
Mas, enfim, prefiro guardar deste jogo o grande espéctaculo futebolístico, e a certeza de que o Benfica (sobretudo se mantiver este nível) continua vivo na luta pelo Penta.